Sabe meus amigos! A vida, com certeza, é realmente maravilhosa! Isso não podemos negar jamais. Porém, tem aquele momento, que apesar de sabermos que um dia vai chegar, nunca pensamos e nem se quer nos preocupamos com a sua tenebrosa chegada. Graças a Deus! Acho que você já sabe ou tem ideia do que estou falando. Estou falando dela! Da danada da morte! Aliás, falamos de morte, no nosso dia à dia, e até brincamos com esse triste momento, mas longe de nós querermos que esse momento chegue. Nem para nós e muito menos para nossos familiares e amigos. Estou falando tudo isso, pra lembrar do falecimento de pessoas muito amigas que, de repente se foram, partiram para um outro mundo, deixando, com certeza, muitas saudades e muitas lembranças. Lamentavelmente! Estou falando do falecimento de dois amigos de infância que se foram recentemente, para uma outra vida. Estou falando do nosso amigo Geraldo Chagas(Geraldo Cabeção) e do nosso amigo Érico Lages(Érico Pavão). Eu só espero que eles estejam bem ao lado do Senhor nosso Deus! Disso eu tenho certeza!
Baú do Nicolau
Histórias, artigos, reportágens, fotos e vídeos de músicas dos anos dourados. Os Beatles é a minha banda predileta e curto sempre as suas lindas baladas!!! Na foto: Nicolau e sua querida família.
terça-feira, 26 de maio de 2026
Eternamente Amigos!!!
quarta-feira, 3 de maio de 2023
Virei Imortal!!!
Sabe meus amigos, quando criei esse blog “Baú do Nicolau” foi só e apenas para deixar registrados fatos, histórias e coisas que vi e vivi e que até hoje estão vivas na minha memória. Coisas simples do dia a dia, histórias sem nexo, sem começo nem fim, sem pé nem cabeça, etc, etc..., como também fatos que marcaram o momento em que aconteceram. Também para passar o tempo, já que depois de dois AVC's, fico socado em casa, sem querer sair.
Jamais pensei em documentar tudo isso através de um livro. Bem! Jamais é uma afirmação muito radical. Claro que vez por outra, pensava nessa possibilidade. Mesmo assim eu pensava comigo mesmo: colocar isso no papel, é uma grande responsabilidade. Afinal de contas, não sou escritor nem tão pouco, um apaixonado pela gramática. Já pensou eu me arriscar escrever um livro com muitos erros de português, e histórias sem uma confirmação da sua veracidade? Por isso mesmo, eu me aquietei.
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| Minha querida Família |
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| A Família e Genros |
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Encontro de parte da nossa turma da Praça da Faculdade de Medicina na minha casa. Eita farra boa!
Na realidade, iriamos fazer um churrasco na casa de alguém da turma. Tínhamos combinado uma hora para nos encontrarmos, e eu doido para chegar ao local no horário previsto e participar da farra, liguei para alguém e perguntei se estava tudo certo e se já poderia partir. Foi quando ouvi desse amigo, que, por algum problema que tinha ocorrido no local ou na casa ou com esse nosso amigo, onde estava programado o encontro, tudo levava a crer, que o nosso churrasco, não mais iria acontecer. Eu, que já estava pronto, fiquei foi puto da vida, mas tinha que aguardar o que iria acontecer e o que iriam decidir. Depois de um determinado tempo, liguei mais uma vez, para esse nosso amigo, e a resposta que escutei dele, me deixou ainda mais puto da vida! Não haveria mais a tão esperada reunião! Nada de grave havia acontecido e tudo estava bem. Só não ia ter o nosso encontro. Então o que fazer para contornar esse péssimo imprevisto? Ficaram de decidir e avisar à todos. Passados alguns minutos, alguém ligou para mim procurando saber se a farra poderia ser, então, na minha casa. Eu prontamente respondi que sim! Bagaceira só presta grande! Não tinha como negar! Não estava preparado, mas resolveria
tudo para que o nosso encontro ocorresse numa boa.
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| Foto 01 |
Na foto 02, da esquerda para a direita: Eu, Missinho, Equinho, Francisquinho(em memória) e o Paulo Bandeira(em memória). Que foto maravilhosa! São raros os momentos em que um grupo maior da turma se reúne.
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| Foto 02 |
De repente estavam lá em casa: O Jarbas(formiga de açúcar) com seu filho Diogo(na época era uma criança), o Paulinho Buçu, o Abelardo e o Gaguinho seu vizinho e nosso amigo, o Equinho(Pavão), o Missinho com a sua esposa Isa, o Francisquinho, Eu(falam do meu nariz, mas...) e a minha esposa Fatima. Durante a brincadeira, ligamos para vários outros amigos, para que viessem participar, mas, por algum motivo, não aparaceram. No final da farra, apareceu o motorista de táxi amigo do Paulinho, que andava com ele pra cima e pra baixo e molhou o bico enquanto esperava o Paulinho decidir ir embora. Coitado do seu amigo motorista! Gente muito boa! Esperar que saísse a saideira que eram várias, a ideira outras tantas, a última... e assim ia até o fim... Haja paciência!
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| Foto 03 |
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| Foto 04 |
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| Foto 05 |
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| Foto 06 |
Mudando de pau pra cacete, a nossa festa estava embalada e pelo visto, sabia que ainda ia demorar bastante para acabar. Nem a saideira tinha sido servida ainda. Aliás! Nem se quer alguém teve a ousadia de falar essa palavra. Pra mim, terminasse a hora que terminasse, mas eu ainda tomaria uma cerveja arrumando tudo no final da farra.
Na foto 07, Paulinho Buçu(em memória) e o Equinho dançam agarradinhos ao som de qualquer música. A cena era realmente cômica. Não precisa nem descrever. A foto mostra tudo. Lá no fundo, como sempre o Missinho só observando e se abrindo. Com certeza, dando corda.
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| Foto 07 |
Na foto 08, agora o nosso amigo Paulinho Buçu(em memória) e o nosso amigo Abelardo dançam soltos. Essa dancinha do Abelardo é muito manjada!
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| Foto 08 |
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| Foto 09 |
Pois é meus amigos! Vocês não sabem o quanto me faz bem, está sentado na frente de um computador e escrevendo essas histórias. Eu digo e repito sempre! É como se eu estivesse me transportando para aquela época e revivendo tudo outra vez. Muitas vezes acho graça sozinho e fico imaginando coisas que só quem viveu intensamente esses momentos, sabe o que é realmente viver. Nossa turma sempre foi assim.
Agora! O que realmente dói no coração, é ver nessas fotos, amigos que lamentavelmente não estão mais juntos de nós. Alguns que nos deixaram de repente por problemas diversos de saúde. Esses, apesar da falta que fazem e da saudade que deixaram, entendemos as suas ausências. Todavia, alguns que tiveram suas vidas ceifadas e um final trágico, que foram covardemente e brutalmente assassinados! Esses sim! Até hoje não aceitamos suas ausências. É muito triste lembrar de situações extremas e de barbáries que alguns de nossos amigos foram submetidos e por fim, friamente assassinados. Pior ainda é aceitar que tais e tamanhas barbáries tenham sido praticadas em pessoas de bem, pais de família, pessoas alegres que gostavam de curtir a vida e eram nossos grandes amigos desde a época de infância. Lembrar dos maravilhosos momentos que tivemos e vivemos com eles é para todos nós um grande consolo.
Nicolau Cavalcanti em 21 de setembro de 2017
quinta-feira, 21 de julho de 2016
A Venda de Dona Castorina
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Antigas Recordações!!! - Parte 2
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Antigas Recordações!!! - Parte 1
Nicolau Cavalcanti em 15 de outubro de 2015
Alguns comentários de amigos do Facebook:
Ana De Nazareth Raposo: Ensinou minha mãe
Ana De Nazareth Raposo: Professor Lourenço
Nicolau Cavalcanti: Que maravilha! Então era Professor de pintura! Que bom!!!
Ana De Nazareth Raposo: Ele ensinou essa técnica a minha mãe. Ela pintava na parte branca da concha de ostras, naquele tempo eram enormes. Pintava também em grandes búzios que a gente catava na praia de Cruz das almas.
02- Antigas Torrefações de café:
Antigamente, no trecho compreendido entre as Rua Melo Morais e a Rua Ladislau Neto, de frente aos trilhos do trem, e ao antigo Mercado, hoje Mercado do Artesanato, um quarteirão depois da Feira do Passarinho, existiam praticamente vizinhas, as Torrefações do Café Emecê e do Café AFA. Nessa mesma rua, logo após essas torrefações, existia também um Armazém que vendia manteiga muito conhecida. Era da família do Manela(Manoel) que também tinha uma loja de couros e produtos afins, na Rua Moreira Lima e quem tomava conta era o seu irmão Wilson que chamávamos Wilson Manteiga.
Nicolau Cavalcanti em 15 de outubro de 2015
Alguns comentários de amigos do Facebook:
Ana De Nazareth Raposo: Sim! Meus avós moravam na Rua Barão de Alagoas, 299. O cheiro bom de café.
03 - Alfaiates que costumava ir nos anos 70 e 80:
Nicolau Cavalcanti em 15 de outubro de 2015
Alguns comentários de amigos do Facebook:
Marilene Vieira: Lembro de um alfaiate que ficava na rua do Comércio, esquina com a rua Ladislau Neto (Rua Augusta ou Rua das Árvores), embaixo onde funcionava a UESA. Tinha o apelido de Babalu e as crianças que saiam do G.E. Fernandes Lima na Rua João Pessoa (Rua do Sol), zoavam com ele que só.
Nicolau Cavalcanti: Um grande abraço Nélber!!!
Robson Jose Cabral Gomes: Eu vivi e vivo nesta área do centro na década de 60, 70, até hoje tenho uma vaga lembrança desse Alfaiate. Mas o BAU até hoje ele tem ainda a alfaiataria no centro na rua do Livramento.
Nicolau Cavalcanti: Será?
Ailton Villanova: Esses dois grandes alfaiates - o baixinho Bau e o sr. Narciso - infelizmente faleceram, mas permanecem vivos na nossa memória. Sou filho de alfaiate, com muito orgulho. Nicolau Cavalcanti: É verdade! Que tempo bom! Nobre profissão!!!
Ailton Villanova: Eu só andava nos trinques, todo arrumado. Elegante mesmo. Saudade do meu velho. Vestiu grandes personalidades... E gente do povo, também. Foi amigo de Bau, Narciso e outros grandes mestres do corte e da tesoura...
Ailton Villanova: Não falei de outros dois grandes alfaiates do centro de Maceió: os senhores Saldanha e Savastano. O fino da costura masculina!
Nicolau Cavalcanti: No Farol tinha outro mestre da tesoura: o Senhor João Gomes, pai do Dr. José Humberto e do Beto Batera!!!
04 - Que Grupo Escolar era esse?
Na Rua Augusta, vizinho onde hoje é o prédio do IPASEAL, nos anos 60, existia um Grupo Escolar que não lembro seu nome, mas tenho certeza que estudei lá. Se não estou enganado, era um prédio de primeiro andar. Nesse local, funcionou mais recentemente, a Gráfica Pégasus, que pertencia à família do ex Governador Geraldo Bulhões. Alguém lembra do nome desse Grupo Escolar?
Nicolau Cavalcanti em 15 de outubro de 2015
Alguns comentários de amigos do Facebook:
Genivaldo De Farias Matos: Lá eu tinha umas tias (professoras de nomes: Dona Lindinha, Dona Euda, Dona Nadeje, não sei se ambas ainda vivem)
Nicolau Cavalcanti: Esse Grupo no qual me refiro ficava na Rua Augusta(das Árvores), muito antes da Gráfica e dos Correios. Foi nos anos 60.
Genivaldo De Farias Matos: Ah se foi nos anos 60, não foi do meu tempo não. Sou de 62.
Nicolau Cavalcanti: Também!!!
Adriana Luna: Sou filha de ABELARDO LUNA DUARTE e ANGELA, meu pai na época era juiz e eu estudava no Colégio de São José. Tinha muitas crianças morando naquela rua, só não lembro os nomes de todos.
Nicolau Cavalcanti: Muito bom! Morei na Rua São Domingos.
Não lembro muito bem do complicado processo que era jogar na Loteria Esportiva, na época, só sei que tudo era feito através de cartões perfurados. Na época, todos os grandes computadores utilizavam esse tipo de cartão para alimentar todas as informações que neles seriam processadas. Era por aí! A cartela com a aposta era colocada num pequeno equipamento juntamente com o cartão perfurado e com uma espécie de caneta com a ponta de metal se perfurava a marcação de cada palpite, na cartela perfurando também o cartão perfurado. Isso era feito para cada cartela. Imagina só quanta maçada! Eu sempre postava. Cheguei até a ganhar uma vez o menor prêmio. Alguém lembra?
06 - A Praça do Pirulito:
Lembro muito bem da Praça do Pirulito(Parque Rodolfo Lins), no início da década de 60. Era muito novo, mas lembro como se fosse hoje. Era uma Praça bem tratada com várias árvores plantadas em toda a sua extensão. Dentre elas, aquele tipo de árvore que quando se podava, podiam-se dar formas diversas como bola, cilindro e outras formas geométricas. Hoje ainda existem muitas espalhadas pela cidade. Daquelas que tinha um certo bichinho que era uma verdadeira praga. Era conhecido como “lacerdinha”, me parece em “homenagem” ao político Carlos Lacerda. Não sei por quê! Só sei que eram tantos desses bichinhos nessas árvores, que quando passávamos por baixo delas as nossas roupas ficavam infestadas desses minúsculos perturbadores. O pior de tudo era quando um desses bichinhos caía dentro de um dos nossos olhos. Ardia pra caramba! Não tinha quem aguentasse.
Outro detalhe que me lembro dessa Praça, era a existência de algumas enormes tartarugas, jacarés e de diversos escorregas de concreto onde nós crianças gostávamos muito brincar. Fazíamos a festa! Eram uma verdadeira febre, aqueles brinquedos para a criançada. Nos finais de semana, a Praça era bastante concorrida. Brinquei muito nesses brinquedos. Subindo nas tartarugas e descendo nos escorregas. Eu e minhas irmãs, íamos passar à tarde na casa do nosso avô materno Pipipa, que morava na Rua São Domingos e tínhamos que cruzar a Praça a caminho de sua casa. Era assim que carinhosamente nós o chamávamos. Seu verdadeiro nome era Elpidio Teles Machado. Alguém lembra dessa época e desses detalhes?
Nicolau Cavalcanti em 23 de outubro de 2015
Alguns comentários de amigos do Facebook:
Mourivaldo Duarte: Caro Nicolau. Você agora me fez voltar no tempo. Nasci na Rua Santos Pacheco, bem próximo da Praça do Pirulito, inclusive minhas tias moravam em frente a praça. Me recordo de tudo isso que você comentou. Acrescento às lembranças, as festas de fim de ano que eram instaladas na praça. Tenho muitas e boas recordações. Eu tenho um desenho feito (a mão) pelo filho de um contemporâneo nosso (Petrúcio Veras), não sei se você se lembra dele, que tem todos os detalhes da praça do pirulito. Mandei colocar numa moldura e hoje ele está na parede de minha sala no escritório:
Mourivaldo Duarte: Desculpa. Quem morava nesse endereço era a Filomena, como ela mesma postou.
Nicolau Cavalcanti: Mourivaldo Duarte! Bom dia! O Professor Petrúcio Veras é meu grande amigo. Tenho também esse quadro que ganhei dele no aniversário dos meus 60 anos. Jogamos muita porrinha e riscadinho na Venda de Seu Luiz Tenório. As festas de fim de ano eram maravilhosas! Vestíamos uma "beca" nova e íamos paquerar. O barco que se construía para a "Chegança" era uma cópia fiel das antigas embarcações. Eu estou lembrado de você! Um grande abraço!
Irailde De Oliveira: Eu gostaria de ver uma foto da época meu pai fala muito do Parque Rio Branco.
Nicolau Cavalcanti: Filomena! Bom dia! Você é a neta e Seu Joaquim?
Marigleide Duarte: O nosso namoro e o pedido de casamento foi lá também












